Todos deviam ser assim

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Relato de uma Professora:
Na semana passada comprei um produto que custou 1,58€.
Dei à balconista 2,00€ e peguei na minha bolsa 8 centimos, para
evitar receber ainda mais moedas.
A balconista pegou no dinheiro e ficou a olhar para a máquina
registadora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centimos de troco, mas ela
não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e
ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou a contar isto?
Porque me dei conta da evolução do ensino da matemática desde 1950,
que foi assim:
1. Ensino da matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de
venda ou €80,00.
Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00.
Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é €80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )€ 20,00 ( )€40,00 ( )€60,00 ( )€80,00 ( )€100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por € 100,00.
O custo de produção desse carro de lenha é € 80,00.
O lucro é de € 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2008:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por €100,00.
O custo de produção é € 80,00.
Se você souber ler coloque um X no € 20,00.
( )€ 20,00 ( )€40,00 ( )€60,00 ( )€80,00 ( )€100,00
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Imagine uma panela cheia de água fria na qual nada tranquilamente uma pequena rã. Um pequeno fogo debaixo da panela e a água esquenta muito lentamente. Pouco a pouco água fica morna e a rã, achando isto bastante agradável, continua a nadar.
A temperatura da água continua subindo. Agora água está mais quente do que a rã pode apreciar e se sente um pouco cansada, mas não obstante isso não a amedronta. Agora água está realmente quente e a rã começa a achar desagradável, mas muito debilitada, agüenta e não faz nada. A temperatura continua a subir, até quando a rã acaba simplesmente cozida e morta. Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus, com um golpe de pernas teria pulado imediatamente da panela.
Isto mostra que, quando uma mudança acontece suficientemente de um modo lento, escapa à consciência e não desperta na, maior parte dos casos, alguma reação, um pouco de oposição, alguma revolta. Se nós olharmos para o que tem acontecido em nossa sociedade durante algumas décadas poderemos ver que estamos sofrendo um lento modo de viver para o qual nos acostumamos.
Uma quantidade de coisas que nos teria feito horrorizar 20, 30 ou 40 anos atrás, foram pouco a pouco banalizadas e hoje perturbam ou apenas deixam completamente indiferente a maior parte das pessoas. Em nome do progresso, da ciência e do lucro são efetuados ataques contínuos às liberdades individuais, dignidade, integridade da natureza, à beleza e à alegria de viver, lentamente, mas inexoravelmente, com a constante cumplicidade das vítimas, desavisadas e agora incapazes de reagirem.
As previsões para nosso futuro, em vez de despertar reações e medidas preventivas, não fazem outra coisa a não ser preparar psicologicamente as pessoas a aceitarem algumas condições de vida decadentes, aliás dramáticas. O martelar contínuo de informações da mídia satura os cérebros que não podem distinguir mais as coisas...
Consciência ou cozinhado, é preciso escolher!
Considere-se 3 personagens: o empresário, o intermediário e o político.
O empresário tem muito a ganhar com a aprovação de um determinado projecto que só o político pode aprovar.
O intermediário tem acesso directo ao político e mantém com ele uma grande relação de confiança (por exemplo, são tio e sobrinho). Para alem disso, o intermediário é conhecido pelos seus serviços de intermediação, que consistem em colocar pessoas em contacto umas com as outras para resolver licenciamentos.
A coisa funciona assim: O empresário vai ter com o intermediário (isto é perfeitamente legal). O intermediário coloca o empresário e o político em contacto (isto é perfeitamente legal). O licenciamento é feito de acordo com a lei (isto é perfeitamente legal). O intermediário recebe uma comissão pelos seus serviços de intermediação (isto é perfeitamente legal). Até pode receber o dinheiro num off-shore (isto é perfeitamente legal). Passados 2 meses há eleições. O tio, como bom amigo da família, resolve apoiar a Democracia através do financiamento da campanha eleitoral do sobrinho (isto é perfeitamente legal e compreensível).
Como estão a ver, qualquer jurista conseguirá provar que cada um dos actos desta trama é legal. Não há crime. Podem ir todos em paz.
Surripiado d'aqui
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Dêem-me o controlo do fornecimento de dinheiro a uma nação e eu não me importo com quem faz as suas leis.
Mayer Amschel Rothschild
Fundador da Dinastia de Banqueiros Rothschild
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Toda a gente se queixa de assédio sexual no local de trabalho.
Ou isto começa a ser verdade ou então despeço-me...
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Diário da República nº 255 de 6 de Novembro 2008:EXEMPLO 1
No aviso nº 11 466/2008 (2ª Série), declara-se aberto concurso no
I.P.J. para um cargo de "ASSESSOR", cujo vencimento anda à roda de
3500 EUR (700 contos). Na alínea 7:...
" Método de selecção a utilizar é o concurso de prova pública que
consiste na ... Apreciação e discussão do currículo profissional do
candidato."EXEMPLO 2
No aviso simples da pág. 26922, a Câmara Municipal de Lisboa lança
concurso externo de ingresso para COVEIRO, cujo vencimento anda à roda
de 450EUR (90 contos) mensais.
Método de selecção:
Prova de conhecimentos globais de natureza teórica e escrita com a
duração de 90 minutos. A prova consiste no seguinte:
1. - Direitos e Deveres da Função Pública e Deontologia Profissional;
2. - Regime de Férias, Faltas e Licenças;
3. - Estatuto Disciplinar dos Funcionários Públicos.
Depois vem a prova de conhecimentos técnicos: Inumações, cremações,
exumações, trasladações, ossários, jazigos, columbários ou cendrários.
Por fim, o homem tem que perceber de transporte e remoção de restos mortais.
Os cemitérios fornecem documentação para estudo. Para rematar, se o
candidato tiver:
- A escolaridade obrigatória somará + 16 valores;
- O 11º ano de escolaridade somará + 18 valores;
- O 12º ano de escolaridade somará + 20 valores.
No final haverá um exame médico para aferimento das capacidades físicas e psíquicas do candidato.
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Carlos Encarnação substituiu-se ao vereador Marcelo Nuno na homologação dos resultados de um concurso que habilita uma filha da directora do Gabinete Jurídico da Câmara de Coimbra a celebrar um contrato de trabalho com a autarquia, apurou o “Campeão”.
A inexistência de homologação até 31 de Dezembro implicaria a anulação do procedimento concursal.
O processo tinha sido remetido a Marcelo Nuno, há cerca de dois meses, por se tratar do vereador a quem o presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC) delegou competências em matéria de assuntos de pessoal.
Ao homologar os resultados do concurso, que também habilita uma filha do presidente da Câmara de Oliveira do Hospital a celebrar contrato de trabalho com a CMC, Carlos Encarnação dispensou a realização da audiência de interessados.
Campeão das Províncias 20081222
Estava o Primeiro-Ministro José Sócrates em campanha pelo Alentejo, quando se depara com um alentejano a descansar. Decide então impingir-lhe a lenga-lenga do seu discurso de campanha. Os dois ficam ali a trocar palavras, até que Sócrates lhe pergunta:
- Se tivesse que trabalhar para o PCP, quando horas por dia faria ?
- Para o PCP? Nem uma!
Sócrates todo contente - este ao menos não é comuna, pensava para si.
- E para o CDS-PP, quantas horas faria ?
- Bom, para esses talvez umas 3, 4 horas diárias.
- E para o PSD ?
- Ah, para esses já trabalhava umas 8, vá lá, 10 horas.
- E aqui para o meu PS ?
- Oh engenheiro, trabalharia as horas que fossem necessárias. 24
sem parar.
Sócrates ficou impressionado pela dedicação que o homem mostrava.
- Assim é que é, compadre. Esforço e empenho é o que precisamos. Diga-me já agora, qual é mesmo a sua profissão ?
- Sou coveiro.
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O coordenador humanitário da ONU, John Holmes, estimou hoje em Jerusalém que a comunidade internacional deverá canalizar “várias centenas de milhões de dólares” para a Faixa de Gaza, a fim de responder às necessidades urgentes dos palestinianos.
“O nível de destruição, que eu imaginava que fosse elevado, é ainda pior do que eu esperava”, declarou, em conferência de imprensa, John Holmes, que esteve ontem na Faixa de Gaza, alvo de uma ofensiva israelita que durou 22 dias.
Público 20090123
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Júlia Vale enviou uma carta à direcção nacional do PCP anunciando o desejo de deixar de ser militante do partido onde está «desde os 11 anos de idade».
Sol 20090123
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A desflorestação na Amazónia brasileira caiu 82 por cento nos últimos cinco meses de 2008 em relação ao mesmo período de 2007, segundo o estudo de uma organização não governamental (ONG) publicado hoje, que atribui esta diminuição à crise económica mundial.
Público 20090123
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O sexo é como uma estação de serviço: ás vezes recebe-se um serviço completo; outras vezes tem que se pedir para se ser atendido e há vezes em que temos que nos contentar com o self-service.
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BASTA ENTENDER OS ENGENHEIROS, AMÁ-LOS, ABENÇOÁ-LOS E DAR GRAÇAS A DEUS POR TÊ-LOS CRIADO!!
1. Um Engenheiro não é prepotente, ele está é rodeado de inúteis.
2. Um Engenheiro não tem o ego muito grande, o quarto é que é muito pequeno.
3. Não é que Eles queiram sempre ter a razão, os outros é que cometem sempre algum erro.
4. A um Engenheiro, não lhe faltam sentimentos, os outros é que são bébés chorões.
5. Um Engenheiro não tem a vida desorganizada, Ele só tem um ritmo de vida muito particular.
6. Um Engenheiro não vê o mundo, Ele muda-o.
7. Um Engenheiro não é um orgulhoso arrogante, os humanos é que simplesmente não entendem isto.
8. Um Engenheiro não é um ser frio e calculista, Ele simplesmente acha divertido passar por cima de pessoas comuns.
9. Um Engenheiro não é problemático, os usuários é que não entendem nada.
10. Um Engenheiro não é crítico, os erros das pessoas é que são muito evidentes.
11. Um Engenheiro não é um inútil para fazer tarefas diárias, a realidade é que as pessoas comuns gastam a sua energia valiosa em coisas fúteis, e um esfregão não necessita um planeamento muito complexo, e nem pode ser configurado.
12. Não é que o trabalho Os absorva, é que....do que é que eu estava a falar mesmo?
13. Um Engenheiro não comete erros, apenas testa os outros para ver se estavam a prestar atenção.
14. Não é que Eles se acham grande coisa, é que ELES SÃO!
Mas, lembrem-se: mesmo seres assim tão perto da perfeição, têm lá os seus problemas...
De forma que os que não são Engenheiros devem sempre procurar compreender essas almas tristes e torturadas entre a genialidade e a incompreensão.
ENVIE ESTA MENSAGEM A SEUS AMIGOS ENGENHEIROS.
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A cadeia de televisão CNN informou esta terça-feira que há bilhetes a circular no «mercado negro» por 20 mil dólares (15,5 mil euros) para assistir à cerimónia de tomada de posse do presidente eleito dos EUA, Barack Obama.
Diário Digital
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Um casal está sentado frente ao advogado.
- Que triste - diz o advogado - tantos anos de união, o senhor com 89 anos, a senhora com 86 e agora resolvem-se separar. Expliquem lá o motivo… Quem sabe se poderemos resolver esse problema e a felicidade volte a reinar.
Ela:
- Ele tem somente uma erecção por ano...
Ele, completando rápido:
- E ela quer que eu a desperdice com ela!...
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O exército israelita lançou hoje um pesado bombardeamento sobre Gaza, atingindo edifícios que albergavam a agência das Nações Unidas de ajuda aos refugiados palestinianos, a UNRWA, e vários media internacionais, incluindo as redacções da agência noticiosa Reuters, das televisões Fox e Sky, bem como das cadeias Al-Arabiya e MBC.
(...)
Um incêndio deflagrou igualmente no hospital Al-Quds, que abriga os funcionários do Crescente Vermelho palestiniano, provocando cenas de pânico no interior do edifício.
Público 20080115
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Para lá das manchetes do conflito do Médio Oriente, há uma batalha pelo controlo dos parcos recursos hídricos na região. há uma realidade histórica de guerras pela água, ninguém se deve esquecer que foram as tensões sobre as fontes do Rio Jordão, localizadas nos Montes Golã, que precederam a Guerra dos Seis Dias.
Na guerra de Israel em Gaza, porque não fala sobre a água, um dos pontos principais nos conflitos no Médio Oriente, uma região aonde água vale mais do que petróleo? Porque nos passam sempre a ideia de que ali as guerras ocorrem por causa e de uns quantos rockets ou por causa das reservas de petróleo?
E a conquista das reservas de água? Já Adnan Badran, vice-diretor geral da UNESCO, Em 1997, afirmava que "a água substituirá o petróleo como principal fonte de conflitos no mundo".
Não é por acaso que Israel, com sérios problemas com recursos hídricos, não larga mão do controlo dos suprimentos de água tanto seus como da Palestina. Não é por acaso que para além de restringir o uso da água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controlo deste recurso natural.
Israel tornou-se "dono":
- das águas superficiais: bacia do rio Jordão (incluindo o alto Jordão e seus afluentes), o mar da Galileia, o rio Yarmuk e o baixo Jordão;
- das águas subterrâneas: 2 grandes sistemas de aquíferos: o aquífero da Montanha (totalmente sob o solo da Cisjordânia, apenas com uma pequena porção sob o Estado de Israel), aquífero de Basin e o aquífero Costeiro que se estende por quase toda faixa litoral israelita até Gaza.
Tais águas são 'transfronteiriças', recursos naturais compartilha-dos. Há regras internacionais para o uso dessas águas. Algumas destas obrigam Israel a fornecer água potável aos palestinianos. Mas Israel não compartilha a água; afinal, tais regras interna-cionais não prevêem mecanismos de coação ou coerção; é letra morta para Israel. Como se pode acreditar no Tribunal Internacional de Justiça se, até hoje, condenou apenas um caso relacionado com águas internacionais?
A estratégia de Israel é outra. Em 1990, o jornal Jerusalém Post publicou que "é difícil conceber qualquer solução política consistente com a sobrevivência de Israel que não envolva o completo e contínuo controlo israelita da água" . Palavras do ministro da agricultura israelita sobre a necessidade de Israel controlar o uso dos recursos hídricos da Cisjordânia através da ocupação daquele território.
E na Guerra pela água vale tudo: os israelitas bombardeiam tanques de água, grandes ou pequenos (muitas vezes construídos nos telhados das casas), confiscam as bombas de água, destroem poços, proíbem que explorem novos poços e novas fontes de água (a Cisjordânia, em 2003, contava com cerca de 250 fontes ilegais e a Faixa de Gaza, com mais de 2 mil). Israel irriga 50% das terras cultivadas, mas a agricultura na Palestina exige prévia autorização de Israel.
Deitar a mão à água é coisa antiga. Britânicos e franceses no Médio Oriente definiram as fronteiras (em especial da Palestina) de olho nas águas da bacia do rio Jordão.
- em 1967, Israel anexou os territórios palestinianos de Gaza e Cisjordânia e tomou da Síria os Montes Golã, ricos em fontes de água, para controlar os afluentes do Rio Jordão.
- em 2002, a construção do 'muro de segurança' viabilizou o controlo israelita da quase totalidade do aquífero de Basin, um dos três maiores da Cisjordânia, que fornece 362 milhões de metros cúbicos de água por ano. Segundo Noam Chomsky, "o Muro já abarcou algumas das terras mais férteis do lado oriental. E, o que é crucial, estende o controlo de Israel sobre recursos hídrico críticos, dos quais Israel e seus colonatos podem apropriar-se como bem entenderem."
- antes de devolver (simbolicamente) a Faixa de Gaza, Israel destruiu os recursos hídricos da região. E, até hoje, não há infra-estrutura hídrica nas regiões palestinianas.
Quantos falam a respeito disto? Porque se silencia este lado oculto desta guerra? Tenho quase a certeza de que outro dos dramas desta invasão de Gaza será a falta e a contaminação da água.
Fontes: Extraído parcialmente de Agência Carta Maior e The Guardian
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Para quem anda sempre a economizar para os dias maus que hão-de vir.. podem começar a gastar: os dias maus já chegaram!
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Uma pessoa em média, durante toda a sua vida, irá comer acidentalmente 11 aranhas durante o sono.
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Armando Vara foi promovido na Caixa Geral de Depósitos (CGD) um mês e meio depois de ter abandonado os quadros do banco público para assumir a vice-presidência do Banco Comercial Portugal (BCP).Tendo em conta que Vara se desvinculou da CGD a 15 de Janeiro, ou pomos em causa a integridade de algumas pessoas e instituições - o que seria impensável neste país de exemplos de honestidade - ou temos que assumir que algumas pessoas são tão más nas suas funções que há instituições que estão dispostas a promovê-los para se irem embora.
O ex-administrador da CGD e ex-quadro da instituição, com a categoria de director, foi promovido ao escalão máximo de vencimento, ou seja, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma.
A promoção, do escalão 17 para o 18, foi decidida pelo conselho de administração a 27 de Fevereiro de 2008, já pela administração de Faria de Oliveira, que ascendeu ao cargo após a saída de Carlos Santos Ferreira e dos administradores Armando Vara e Vítor Manuel Lopes Fernandes para a administração do maior banco privado.
Público 20090112
> > Alberto João Jardim - Presidente do Governo Regional
> > Filha - Andreia Jardim - Chefe de gabinete do vice-presidente do
> > Governo Regional
> >
> > João Cunha e Silva - vice-presidente do governo Regional
> > Mulher - Filipa Cunha e Silva - é assessora na Secretaria Regional do
> > Plano e Finanças
> > Maurício Pereira (filho de Carlos Pereira, presidente do Marítimo)
> > assessor da assessora
> > Nuno Teixeira (filho de Gilberto Teixeira, ex. conselheiro da
> > Secretaria Regional) é assessor do assessor da assessora
> >
> > Brazão de Castro - Secretário regional dos Recursos Humanos
> > Filha 1 - Patrícia - Serviços de Segurança Social
> > Filha 2 - Raquel - Serviços de Turismo
> >
> > Conceição Estudante - Secretária regional do Turismo e Transportes
> > Marido - Carlos Estudante - Presidente do Instituto de Gestão de
> > Fundos Comunitários
> > Filha - Sara Relvas - Directora Regional da Formação Profissional
> >
> > Francisco Fernandes - Secretário regional da Educação
> > Irmão - Sidónio Fernandes - Presidente do Conselho de administração do
> > Instituto do Emprego
> > Mulher - Directora!!! do pavilhão de Basket do qual o marido é dirigente
> >
> > Jaime Ramos - Líder parlamentar do PSD/Madeira
> > Filho - Jaime Filipe Ramos - vice-presidente do pai
> >
> > Vergílio Pereira - Ex. Presidente da C.M.Funchal
> > Filho - Bruno Pereira - vice-presidente da C.M.Funchal, depois de ter
> > sido director-geral!!!! do Governo Regional
> > Nora - Cláudia Pereira - trabalha!!!!! na ANAM empresa que gere os
> > aeroportos da Madeira
> >
> > Carlos Catanho José - Presidente do Instituto do Desporto da Região
> > Autónoma da Madeira
> > Irmão - Leonardo Catanho - director!!!! Regional de Informática (não
> > sabia que havia este cargo)
> >
> > Rui Adriano - Presidente do Concelho de administração da Sociedade de
> > Desenvolvimento!!!!! do Norte e antigo membro do Governo Regional
> > Filho - ???? - Director do Parque Temático da Madeira
> >
> > João Dantas - Presidente da Assembleia Municipal do Funchal,
> > administrador da Electricidade da Madeira e ex. presidente da
> > C.M.Funchal
> > Filha - Patrícia - presidente do Centro de Empresas e Inovação da Madeira
> > Genro (marido da Patrícia) - Raul Caíres - presidente da Madeira
> > Tecnopólio (sabem o que isto é?)
> > Irmão - Luís Dantas - chefe de Gabinete de Alberto João Jardim
> > Filha de Luís Dantas - Cristina Dantas - Directora dos serviços
> > Jurídicos da Electricidade da Madeira (em que o tio João Dantas é
> > administrador)
> > João Freitas, marido de Cristina Dantas director da Loja do Cidadão
> >
> > E a lista continua.......
A única forma de dar sentido à guerra insensata de Israel em Gaza é através da compreensão do contexto histórico. Estabelecer o Estado de Israel em Maio de 1948 implicou uma enorme injustiça para os palestinianos. As autoridades britânicas ressentiram-se amargamente do apoio americano ao novo Estado. No dia 2 de Junho de 1948, Sir John Troutbeck escreveu ao secretário do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Ernest Bevin, que os americanos eram responsáveis pela criação de um Estado gangster encabeçado por um “grupo de líderes totalmente sem escrúpulos”. Eu achava esta opinião demasiado severa, mas o cruel ataque de Israel ao povo de Gaza e a cumplicidade da administração Bush reabriram a questão.
Escrevo como alguém que serviu fielmente no exército israelita na década de 60 e que nunca questionou a legitimidade do Estado de Israel nas suas fronteiras antes de 1967. O que eu rejeito veementemente é o projecto colonial sionista para além da Linha Verde. A ocupação da Cisjordânia e da Faixa de Gaza no rescaldo da guerra de Junho de 1967 teve pouco a ver com segurança e muito a ver com expansão territorial. O objectivo era estabelecer o Grande Israel através do controlo político, económico e militar permanentes dos territórios palestinianos. O resultado foi uma das mais prolongadas e brutais ocupações militares dos tempos modernos.
Quatro décadas de controlo israelita causaram danos incalculáveis à economia da Faixa de Gaza. Com uma grande parte da população de refugiados de 1948 encaixados numa pequenina faixa de terra, sem infra-estruturas ou recursos naturais, as expectativas de Gaza nunca foram brilhantes. Contudo, Gaza não é um simples caso de subdesenvolvimento, mas sim um caso inigualável de cruel deliberação de não-desenvolvimento. Usando a expressão bíblica, Israel tornou o povo de Gaza de colectores de madeira e extractores de água, numa fonte de trabalho barato e num mercado cativo para os bens israelitas. O desenvolvimento da indústria local foi activamente impedido de modo a que se tornasse impossível aos palestinianos acabar com a sua subordinação perante Israel e estabelecer as bases económicas necessárias para um verdadeira independência política.
Gaza é um caso clássico de exploração colonial na era pós-colonial. Os colonatos judeus nos territórios ocupados são imorais, ilegais e um obstáculo insuperável à paz. São simultaneamente um instrumento de exploração e um símbolo da odiada ocupação. Em Gaza, os colonos judeus eram apenas 8.000 em 2005, em comparação com 1,4 milhões de residentes locais. Todavia, os colonos controlavam 25% do território, 40% da terra arável e parte de leão das escassas fontes de água. Ombro a ombro com estes intrusos estrangeiros, a maioria da população local vivia na mais abjecta e inimaginável pobreza. Oitenta por cento ainda hoje subsiste com menos de dois dólares por dia. As condições de vida na Faixa continuam a ser uma afronta aos valores civilizados, um poderoso incentivo à resistência e um terreno fértil para o extremismo político.
Em Agosto de 2005, um governo do Likud liderado por Ariel Sharon encenou uma desocupação unilateral de Gaza, retirando os 8.000 colonos e destruindo as casas e quintas que deixaram para trás. O Hamas, movimento de resistência islâmica, conduziu uma campanha eficaz para expulsar os israelitas de Gaza. A retirada foi um humilhação para as Forças de Defesa Israelitas. Para o mundo, Sharon apresentou a retirada como uma contribuição para a paz baseada numa solução de dois Estados. Mas, no ano seguinte, outros 12.000 israelitas estabeleceram-se na Cisjordânia, reduzindo ainda mais a possibilidade de um Estado Palestiniano Independente. Ocupar terras e fazer a paz são coisas simplesmente incompatíveis. Israel teve escolha, e escolheu a terra em vez da paz.
O verdadeiro objectivo da jogada foi redesenhar as fronteiras do Grande Israel, incorporando os principais colonatos da Cisjordânia no Estado de Israel. A retirada de Gaza não foi então um prelúdio para um acordo de paz com a Autoridade Palestiniana, mas um prelúdio para uma maior expansão sionista na Cisjordânia. Foi uma decisão unilateral israelita, empreeendendo o que foi visto, erroneamente na minha opinião, como uma acção no interesse nacional israelita. Ancorada na rejeição de uma identidade nacional palestiniana, a retirada de Gaza foi parte de um esforço a longo prazo para negar ao povo palestiniano qualquer existência política independente na sua terra.
Os colonos de Israel foram retirados, mas o soldados israelita continuaram a controlar o acesso à Faixa de Gaza por terra, mar e ar. Gaza foi rapidamente convertida numa prisão a céu aberto. A partir daqui, a Força Aérea Israelita obteve a liberdade total para lançar bombas, fazer voos rasantes a baixa altitude e quebrar a barreira do som para aterrorizar os desgraçados habitantes desta prisão.
Israel gosta de se retratar como um farol da democracia num mar de autoritarismo. No entanto, Israel nunca fez nada para promover a democracia no lado Árabe, e fez tudo para a destruir. Israel tem uma longa história de colaboracionismo secreto com regimes árabes reaccionários para suprimir o nacionalismo palestiniano. Apesar de todos os defeitos, o povo palestiniano conseguiu construir a única democracia genuína no mundo árabe, com a possível excepção do Líbano. Em Janeiro de 2006, as eleições livres e justas para o Conselho Legislativo da Autoridade Palestiniana trouxeram ao poder um governo liderado pelo Hamas. Contudo, Israel recusou-se a reconhecer o governo democraticamente eleito, afirmando que o Hamas é simples e unicamente uma organização terrorista.
De uma forma vergonhosa, os E.U.A e a União Europeia associaram-se a Israel para ostracizar e demonizar o Hamas, e para tentar derrubá-lo através da suspensão de receitas fiscais e da ajuda externa. Ocorreu assim, uma situação surreal, com uma significativa parte da comunidade internacional impondo sanções económicas, não contra a ocupação, mas contra os ocupados, não contra o opressor, mas contra o oprimido.
E assim, como tem sucedido frequentemente na história trágica da Palestina, as vítimas foram culpadas pelo seu próprio infortúnio. A máquina de propaganda de Israel faz passar a mensagem de que os palestinianos são terroristas, que rejeitam a coexistência com o estado Judaico, que o seu nacionalismo é um pouco mais que anti-semitismo, que o Hamas são um monte de fanáticos religiosos e que o Islão é incompatível com a democracia. Mas a verdade pura e simples é a de que os palestinianos são pessoas normais, com aspirações normais. Não são melhores nem piores que qualquer outro grupo nacional. Acima de tudo o que desejam é um pedaço de terra a que possam chamar seu e onde possam viver em liberdade e dignamente.
O Hamas, à semelhança de outros movimentos radicais, começou a moderar o programa político depois de subir ao poder. Partindo do rejecionismo ideológico do seu programa, começou a mover-se no sentido de uma acomodação mais pragmática à solução dos dois estados. Em Março de 2007, o Hamas e a Fatah formaram o governo de unidade nacional que estava preparado para negociar um cessar-fogo de longo prazo com Israel. Contudo, Israel recusou-se a negociar com um governo que incluísse o Hamas.
Israel continuou o jogo de dividir para reinar entre as facções palestinianas rivais. No final dos anos 80, Israel tinha apoiado o emergente Hamas com vista ao enfraquecimento da Fatah, o movimento nacionalista secular liderado por Yasser Arafat. Agora, encoraja os corruptos e dóceis lideres da Fatah a derrubar os seus adversários políticos e religiosos e recuperar o poder. Os agressivos neoconservadores norte-americanos participaram na sinistra trama de instigar uma guerra civil palestiniana. A sua manobra foi um factor fundamental no colapso do governo de unidade nacional e levou a que em Junho de 2007 o Hamas tomasse o poder em Gaza, para prevenir um golpe da Fatah.
A Guerra desencadeada por Israel em Gaza a 27 de Dezembro foi o culminar de uma série de choques e confrontos com o governo do Hamas. No entanto, num sentido mais lato, é uma guerra entre Israel e o povo palestiniano, porque o povo elegeu o partido no poder. O objectivo declarado da guerra é enfraquecer o Hamas e intensificar a pressão até que os seus líderes concordem com um novo cessar-fogo nos termos impostos por Israel. O objectivo não declarado é assegurar que os palestinianos em Gaza sejam vistos pelo mundo como apenas mais um problema humanitário, e assim sabotar a sua luta pela independência e a criação de um Estado.
O momento em que a Guerra despoletou foi determinado por conveniência política. Estão marcadas eleições gerais para 10 de Fevereiro e todos os principais candidatos procuram uma oportunidade para provar como são duros. As altas patentes do exército já engendravam algo para desferir um duro golpe no Hamas, de forma a limpar a nódoa deixada na sua reputação pelo falhanço da guerra contra o Hezbollah no Líbano em Julho de 2006. Os cínicos líderes israelitas podiam também contar com a apatia e impotência dos regimes árabes pró-ocidentais e com o apoio cego por parte do presidente Bush no final do seu mandato na Casa Branca. Bush prontamente apoiou o ataque, colocando todas as culpas pela crise no Hamas, vetando as propostas do Conselho de Segurança das Nações Unidas para um cessar-fogo imediato e dando carta branca a Israel para lançar uma invasão terrestre a Gaza.
Como sempre, o poderoso Israel clama ser a vítima de agressões palestinianas, mas a completa assimetria de poder entre ambos os lados deixa pouco espaço para dúvidas sobre quem é a verdadeira vítima. Este é de facto um conflito entre David e Golias, mas a imagem bíblica foi invertida - um pequeno e indefeso David palestiniano enfrenta um altamente armado, impiedoso e dominador Golias israelita. O recurso à força militar severa é acompanhado, como sempre, pela estridente retórica de vitimização e revestida de uma mistura de auto-comiseração e afirmação de superioridade moral pelos seus actos. Em hebreu, isto é conhecido como a síndrome de bokhim ve-yorim, “chorar e disparar”.
É claro que o Hamas não é um movimento inteiramente inocente neste conflito. Tendo-lhe sido negado o fruto da sua vitória eleitoral e estando confrontado com um adversário sem escrúpulos, recorreu às armas dos fracos - o terror. Os militantes do Hamas e da Jihad Islâmica continuaram a lançar ataques de rockets caseiros Qassam contra os colonatos israelitas perto da Faixa de Gaza, até ao passado mês de Junho, quando o Egipto mediou um cessar-fogo de seis meses. Os danos causados por esses rockets primitivos são mínimos, mas o impacto psicológico é imenso, incitando o povo israelita a exigir protecção do seu governo. Nessas circunstâncias, Israel tinha o direito de actuar em autodefesa, mas a sua resposta às alfinetadas dos rockets foi completamente desproporcional. Os factos falam por si. No decorrer de três anos depois da retirada de Gaza, 11 israelitas foram mortos pelo fogo destes rockets. Do outro lado, só e apenas entre 2005 e 2007, a IDF (Força de Defesa de Israel) matou 1,290 palestinianos em Gaza, entre os quais 222 crianças.
Independentemente dos números, a matança de civis está errada. Esta regra aplica-se tanto a Israel como ao Hamas, mas o historial inteiro de Israel é de uma brutalidade desenfreada e incessante para com os habitantes de Gaza. Israel também manteve o bloqueio da Gaza depois que o cessar-fogo entrou em vigor, o que, do ponto de vista dos líderes do Hamas, constitui mais uma violação do acordo. Durante o cessar-fogo, Israel impediu toda a exportação desde a faixa, em clara violação de um acordo de 2005, levando a uma aguda diminuição das oportunidades de emprego. Oficialmente, 49.1 % da população está desemprega. Ao mesmo tempo, Israel restringiu drasticamente o número de camiões que transportam comida, combustível, botijas de gás de cozinha, fornecimento de água de beber e para o saneamento, e mantimentos médicos para Gaza. É difícil perceber como ao esfomear e congelar os civis de Gaza se pretende proteger as pessoas do lado israelita da faixa. Mas, mesmo se assim fosse, ainda seria imoral, seria uma forma da punição colectiva que é estritamente proibida pelas leis humanitárias internacionais.
A brutalidade dos soldados de Israel está completamente aliada à desonestidade dos seus oradores. Oito meses antes de lançar a guerra actual contra Gaza, Israel criou um Directório Nacional de Informações. As principais mensagens deste directório para os média são que o Hamas quebrou os acordos do cessar-fogo, que o objectivo de Israel é a defesa da sua população e que as forças de Israel estão a ter o máximo de cuidado para não atingir civis inocentes. Os doutos em manipulação de Israel foram notavelmente bem sucedidos na divulgação destas mensagens. Mas, na sua essência, esta propaganda é um pacote de mentiras.
Um fosso profundo separa a realidade das acções de Israel da retórica dos seus oradores. Não foi o Hamas, mas o IDF que quebrou o cessar-fogo. Fê-lo com um raide em Gaza no dia 4 de Novembro que matou seis homens do Hamas. O objectivo de Israel não é apenas defender a sua população, mas derrotar finalmente o governo Hamas em Gaza, voltando o povo contra os seus soberanos. E, longe de ter o cuidado de poupar civis, Israel é culpado do bombardeio indiscriminado e de um bloqueio de três anos que levou os habitantes da Gaza, agora 1.5 milhões, à beira de uma catástrofe humanitária.
A injunção Bíblica de olho por olho é bastante selvagem. Mas a ofensiva insana de Israel contra Gaza parece seguir a lógica de olho por pestana. Depois de oito dias de bombardeio, com um custo de mais de 400 palestinianos e quatro Israelitas mortos, o zeloso gabinete encomendou uma invasão terrestre de Gaza cujas consequências são incalculáveis.
Nenhuma escalada militar pode comprar a imunidade de Israel dos ataques de rockets da ala militar do Hamas. Apesar de toda a morte e destruição que Israel lhes infligiu, eles mantiveram a sua resistência e continuaram disparando os seus rockets. Isto é um movimento que glorifica a vitimização e o martírio. Não há simplesmente nenhuma solução militar para o conflito entre as duas comunidades. O problema com o conceito de segurança de Israel é que ele nega até a mais elementar segurança da outra comunidade. O único caminho de Israel para obter segurança não é pelo tiroteio, mas por meio do diálogo com o Hamas, que declarava repetidamente a sua prontidão para negociar um cessar-fogo a longo prazo com o estado judaico dentro das suas fronteiras de 1967 de 20, 30, ou até de 50 anos. Israel rejeitou esta proposta pela mesma razão que desprezou o plano de paz de 2002 da Liga árabe, que está ainda na mesa: implica concessões e compromissos.
Este breve historial das quatro décadas passadas faz com que seja difícil resistir à conclusão de que Israel se tornou um estado pária “com um grupo de líderes completamente sem escrúpulos”. Um estado pária habitualmente viola a lei internacional, possui armas de destruição em massa e pratica o terrorismo - o uso da violência contra civis com objectivos políticos. Israel cumpre todos esses três critérios; o barrete ajusta-se e ele deve usá-lo. O verdadeiro objectivo de Israel não é a coexistência pacífica com os seus vizinhos palestinianos, mas a dominação militar. Continua compondo os erros do passado com novos erros ainda mais desastrosos. Os políticos, como qualquer pessoa, são naturalmente livres de repetir as mentiras e os erros do passado. Mas não é obrigatório fazer assim.”
7 de Janeiro de 2009
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Os ataques israelitas na Faixa de Gaza e os disparos de “rockets” palestinianos sobre Israel continuam hoje, apesar do apelo do Conselho de Segurança da ONU para um cessar-fogo imediato, quase duas semanas depois do início da ofensiva israelita. Já morreram mais de 780 palestinianos.
Público 20080109
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Na reunião do Conselho de Ministros de 30 de Dezembro foi aprovado um projecto de decreto-lei que previa medidas excepcionais no âmbito do Código dos Contratos Públicos -alargamento dos valores para ajustes directos e prazos mais curtos de tramitação, cita o jornal «Público».
Esta quinta-feira, o assunto volta à reunião do Conselho de Ministros, mas agora com o âmbito mais alargado: as câmaras vão ser abrangidas por estas medidas. A Associação Nacional de Municípios (ANMP) já enviou um parecer ao executivo.
Nesse regime de excepção, o valor base das obras que podem ser entregues por ajuste directo passa dos 150 mil euros, consagrados no Código da Contratação Pública, para os cinco milhões (é multiplicado por 33), mas no caso das entidades adjudicantes serem o Estado, as regiões autónomas ou as autarquias locais, a multiplicação é por cinco, já que actualmente o limite se fixa no milhão de euros.
IOL Diário 20080108