É impossível vencer uma discussão com uma mulher...
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Somente os teólogos poderiam vir confirmar que, "de facto", a úlcera da córnea tinha sido curada graças a intercessão do nosso Santo Condestável, já que os médicos de certeza que teriam outra "visão" para a cura da Dª Guilhermina de Vila Franca de Xira. Com esta visão do Vaticano, qualquer um que cure qualquer coisa, como foi o caso do famoso Dr. Benard, tem que ser Santo à força.
Mas o que dizer dos nossos deputados, que tiveram que meter o bodelho para a canonização do D. Nuno Álvares Pereira ?
A Assembleia da República já foi o coração da democracia, mas agora já não é. No dia 6 de Março foi a sucursal da Conferência Episcopal. Deixou de ser Parlamento e passou a ser um charco de água benta onde a maioria dos deputados rubricou de joelhos o milagre que o Papa adjudicou a Nuno Álvares Pereira.
O PCP absteve-se e só o Bloco de Esquerda votou contra e teve a decência de censurar o CDS por querer pôr e pôs o Parlamento de uma república laica a reconhecer a cura milagrosa das lesões do olho esquerdo da D. Guilhermina de Jesus, sofridas pelos salpicos do óleo Fula, quando estava a fritar o peixe. Para o qual invocou a intercepção do beato Álvares Pereira.
Portugal diz que é um País, não não é, é um pântano onde medra a fé e a superstição, um protectorado do Vaticano onde faltam cidadãos e sobram crédulos, um sítio beato onde se treme com medo dos báculos, e se ajoelha quando aparecem mitras e se afocinha à vista do anelão com ametista que ornamenta os dedos dos senhores bispos. Que o CDS, nostálgico do salazarismo e da cumplicidade com a Igreja, proponha um voto de congratulação pela canonização de D. Nuno, compreende-se. Paulo Portas gosta muito de rastejar nas igrejas para mostrar aos eleitores que crê nas cambalhotas que o Sol deu na Cova da Iria, nas visões da Lúcia e no anjo que aterrou no anjódromo de Fátima. Do Presidente da República, da sua débil cultura e do passado como primeiro-ministro, em que sancionou a censura do Evangelho segundo Jesus Cristo, de Saramago, feito pelo sub-ajudante de ministro, Sousa Lara, podia esperar-se o indecoroso regozijo, em nome de Portugal, mas do PSD é um ultraje à decência. Estariam os senhores deputados convencidos de que o olho da D. Guilhermina foi curado no Instituto Fama Pinto, mas por um acto de corrupção divina feito pelo defunto D. Nuno ?
Falta falar do mais indigno partido o PS, um partido republicano, laico e socialista que rasgou a sua tradição e se tornou cúmplice de uma burla pueril, perdeu a referência ética que o faz respeitável e ajoelhou-se com a D. Matilde Sousa Franco e a D. Maria do Rosário Carneiro, ornamentos pios, para colaborar numa farsa e fazer coro com os que garantem que D. Nuno passou de Condestável a mais um curandeiro.
Com estas curas miraculosas, o Vaticano podia muito bem estar instalado em Portugal, porque estão bem um para o outro.
Eduardinho Lello Fonta da Telha (Portugal), XXII/IV/MMIX
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Sócrates queria um selo com a sua foto para deixar para a posteridade o seu mandato no Governo deste país que está de tanga. Os selos são criados, impressos e vendidos. O nosso PM fica radiante! Mas em poucos dias ele fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.
O Primeiro-ministro convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto. Eles pesquisam as agências dos Correios de todo o país e relatam o problema.
O relatório diz:
"Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que o povo está a cuspir no lado errado."
Se um dia a pessoa que ama o trair, e você pensar em se atirar de um prédio, lembre-se: você tem cornos, não tem asas!
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Na primeira noite a noiva:
- Sabe, amor, eu não sei fazer nada de nada!
- Não se preocupe, minha querida! Você tira a roupa e deixa que eu faço o resto!
E ela, muito meigamente, responde:
- Não, amor! Trepar, eu trepo desde os 15 anos. O que eu não sei é lavar, passar, cozinhar, arrumar a casa...
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Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
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A PJ fez esta quarta-feira buscas na sede do BPN e na casa e no gabinete de um vereador de Coimbra, por suspeitar da utilização do banco, e de sociedades financeiras ligadas ao mesmo, na canalização de "luvas" pagas em negócios dos CTT.
O vereador visado pelas buscas, Marcelo Nuno, dirigia a dependência de Coimbra da corretora Fincor (sociedade financeira do grupo BPN), quando, em Março de 2003, a administração dos CTT de Carlos Horta e Costa vendeu um prédio que detinha na cidade, por 14,7 milhões de euros, à Demagre. Esta empresa, braço instrumental da Tramcrone, de Júlio Macedo e Pedro Garcês, revendeu o edifício por 20 milhões de euros, no mesmo dia, à Espírito Santo Activos Financeiros (ESAF).
Parte das mais-valias de cinco milhões poderá ter sido usada para pagar, nomeadamente, comissões a empresários e/ou políticos que terão garantido à ESAF contratos de arrendamento com entidades públicas, como o Tribunal Administrativo de Coimbra, os próprios CTT e a Associação de Informática da Região Centro, mas também com uma clínica que assegurou um protocolo de financiamento da Administração Regional de Saúde do Centro.
Em 2003, Marcelo Nuno também presidia à Concelhia de Coimbra do PSD, cuja Distrital era liderada por Paulo Pereira Coelho, outro alvo de buscas na investigação. Esta, de resto, já originou dezenas de buscas e tem cerca de 30 arguidos, entre advogados, autarcas de Coimbra, outros políticos e/ou empresários.
"Não tenho nada a ver com a situação, não conhecia as pessoas que estavam no negócio e estou disponível para prestar todos os esclarecimentos às autoridades", reagiu ontem, ao JN, Marcelo Nuno.
(...)
Jornal de Notícias 20090416
Os banqueiros são criticados na área política, o que é transversal a todos os países, porque rende votos. Neste caso, temos de ser humildes e aceitar que houve muitos erros cometidos pelos banqueiros. Não me incluo nesse grupo. Mas temos de aceitar que houve uma quebra decredibilidade no sistema bancário.
Ricardo Salgado, Presidente do BES
Jornal de Negócios 20090416
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou - bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
Sem eira nem beira - Xutos e Pontapés
Um tipo levou a namorada para uma praia deserta. Desaperta-lhe o top do
biquini e ela começa a refilar porque ali não dava jeito, que havia muita areia, que ainda se arranhavam e ia entrar areia por todo o lado, etc... O rapaz disse então: - Calma! Não há nada que não se resolva!!!
E foi ao carro buscar uma grande toalha da Super Bock,que estendeu. A namorada deitou-se em cima da toalha. Ao puxar-lhe a cueca do biquini, uma rajada de vento levantou a ponta da toalha e ela reage novamente, dizendo que se iam encher de areia, que a toalha voava, que se arranhavam, etc... E ele: - Calma! Tudo se resolve.
Foi ao carro e trouxe 4 latas de Super Bock, colocando uma em cada canto da toalha, para esta não esvoaçar. Como ela estava sempre a implicar com tudo, teve a ideia de trazer também uma venda do carro e para lhe pôr á volta dos olhos. Continuaram...
Já a rapariga estava nua, quando perguntou: - Trouxeste preservativo? E o namorado: - Aqui não tenho, vou buscar ao carro. Enquanto foi ao carro, passou um gajo que andava a fazer 'jogging'. Ao
deparar com a tipa nua e vendada, deitada na toalha, primeiro aproxima-se, começa a mexer e, como ela não se nega, não hesita e 'por aqui me sirvo'... salta-lhe para cima!!!
Após ter comido a menina, afasta-se e diz: - F..........-se! Com uma campanha destas, agora é que eles rebentam mesmo com os gajos da Sagres...
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A Agência de Modernização Administrativa proibiu as funcionárias da Loja do Cidadão de Faro, no Algarve, de usarem saias curtas, decotes, saltos altos, roupa interior escura, gangas e perfumes agressivos, adianta a edição desta sexta-feira do Correio da Manhã.As instruções foram apresentadas numa acção de formação antes da abertura da loja, no passado dia 3, denunciou uma colaboradora, mas a vogal do Conselho Directivo da agência, Maria Pulquéria Lúcio, justifica que se trata apenas de melhorar «a qualidade do atendimento e o relacionamento com os cidadãos».
Diário Digital 20090410
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Aconteceu realmente na rádio TUPI FM 104,1 em São Paulo:
Locutor: - "//Quem fala?//"
Ouvinte: - "//É o Vicente//"
Locutor: - "//De onde, Vicente?//"
Ouvinte: - "//Lapa!//"
Locutor: - "//Olha aí, Vicente da Lapa! Valendo o kit com camiseta e CD do Edson e Hudson. Preste atenção! Qual é o país que tem duas sílabas e se pode comer uma delas? Prestou bem atenção? Há um país com 2 sílabas e 1 delas é muito boa para se comer//"
Dez segundos para responder:
Ouvinte: - "//CUBA!//"
Locutor: (mudo por alguns segundos e algumas risadas no fundo). "//Tá certo, senhor Vicente! Vai levar o prémio pela criatividade. Mas aqui na minha ficha tava escrito ///JAPÃO///...//"
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A situação de liquidez do banco atingiu valores absolutamente inimagináveis e insustentáveis a curto prazo.
A saída diária de depósitos, em valores que chegam a atingir as dezenas e mesmo as centenas de milhões de euros, sem a necessária e vital compensação, pela via da captação de novos depósitos, está a conduzir a instituição para uma situação muito delicada e de extrema gravidade e compromete seriamente o futuro do banco.
Jorge Pessoa (administrador do BPN), Público 20090402
A SIC montou uma gigantesca campanha de promoção para a sua nova série/novela/monte de merda, que dá pelo nome de Rebelde Way.
Depois de anos a apanhar bonés, percebeu que a melhor maneira de combater a morangada da TVI era...imitar. É lógico. Era inevitável.
Depois de 20 minutos a ver a nova série (o que me provocou uma crise de cólicas da qual só um dia depois começo a recuperar) sinto-me preparado para uma análise.
Bora lá. A fórmula é a mesma nos dois canais. Aqui fica a receita:
1 - Pitas boas. Muitas, quanto mais descascadas melhor (as séries de verão são, naturalmente, as melhores, porque eles vão todos juntos para a praia).
2 - Gajos "estilosos". A coisa divide-se em dois: há aqueles que têm quase 30 anos mas fazem de adolescentes, e depois há os que são mesmo adolescentes. Estes últimos são aqueles que se levam a sério enquanto "actores".
O requisito essencial para qualquer gajo que entre nestas séries é ter um penteado ridículo.
3 - O Rebelde Way tem gajas do norte. Fazem de gajas daqui, mas aquele sotaque é fodido de perder. Fica ridículo, mas as gajas são boas.
4 - Nos Morangos, a palavra "pessoal" é dita 53 vezes por minuto, normalmente inserida nas frases "Eh pá, pessoal!", no início de cada conversa, ou então "Bora lá, pessoal", antes do início de qualquer actividade.
Agora vamos à bosta que a SIC acabou de parir, com pompa, circunstância, varejeiras e mau cheiro. Chama-se Rebelde Way. Cool, man! O slogan dos Morangos era "Geração Rebelde", mas a inspiração deve ter vindo de outro lado, de certeza. O que me irrita na poia da SIC é que os gajos são todos betinhos (até os mânfios são todos giros e cool e com uma caracterização ridícula, como se fossem a um baile de máscaras vestidos de agarrados ou arrumadores de carros). Mas depois são bué rebeldes. São bué mauzões, man! A brincar com os seus iPhone, com as suas roupinhas fashion, grandes vidas, mas muita mauzões.
Se há algo que esta geração de morangada não pode ser, não tem direito a ser, é ser rebelde. Rebelde porquê, contra quê? Nunca houve em Portugal geração mais privilegiada do que a actual, à qual esses putos pertencem. Nunca qualquer puto teve tanta liberdade e tanta guita no bolso como esta malta. Nunca as pitas foram tão boas e tão disponíveis para foder com a turma inteira como agora. Nunca houve tamanha liberdade de mandar os pais à merda e exigir uma melhor mesada porque é altura dos saldos. Rebelde porquê? Em nome de quê?
É claro que isto são pormenores com os quais as novelas não se deparam, nem têm de o fazer. O objectivo é simples: para uma geração tão privilegiada como aquela que é retratada, há que criar uma rebeldia fictícia, porque não é cool ser dondoca aos 16 anos. Mas é o que todos eles são.
Há uns tempos vi, no Largo do Carmo, um bando de uns 15 putos e pitas, vestidos à "dread" com roupinha acabada de comprar na "Pepe Jeans".
Um dos putos que ia à frente, não devia ter mais de 16 anos, vem a falar à idiota como se fosse dono da rua, saca duma lata de tinta e escrevinha qualquer coisa de merda na parede. Todos se riram, todos adoraram, e ele foi, durante cinco minutos, o maior do bairro. Não fiz nada, mas devia ter-lhe partido a boca toda.
Todas as últimas gerações antes desta (incluindo a minha, a Geração Rasca, que se transformou na Geração Crise - bem nos foderam com esta merda) tiveram de furar, de lutar, de fazer algo. Havia uma alienação mais ou menos real, que depois se podia traduzir nalguma forma de rebeldia. Não era o 25 de Abril como os nossos pais. A nossa revolução é a dos recibos verdes e da consolidação orçamental. Mas esta morangada sente-se, devido à merda que a televisão lhes serve e aos paizinhos idiotas que (não) a educaram, que é dona do mundo. Quando já és dono do mundo, vais revoltar-te contra quem? E por que raio haverias de o fazer?!
E assim vamos nós. Com novelas de putos "rebeldes", feitas por "actores" cujo momento de glória é entrar numa boys band ou aparecer de cú ao léu na capa da FHM, ensinando a todos os outros putos que temos que ter cuidado com as drogas (mas todos os agarrados são limpinhos, assépticos, com os mesmos penteados ridículos), que a gravidez adolescente é má (mas todas as pitas querem foder à grande, porque são donas da sua própria vida e os pais não sabem nada, etc) e que, sobretudo, este mundo lhes deve alguma coisa.
Os tomates.A mim e aos meus, o mundo deve alguma coisa. Aos que foram atrás da merda do canudo para trabalhar num call center, aos que se matam a trabalhar e são forçados a ser adultos antes do tempo. Não a esta cambada de mentecaptos.
E depois estas séries vão retratando "problemas sociais da juventude", afagando a consciência de quem "escreve" aquela merda, enquanto ao mesmo tempo incentivam esta visão egocêntrica, egoísta e vácua desta geração acabadinha de sair do forno.
Talvez eu esteja a ficar velho e a soar como o meu pai. Lamento se não é cool. Mas esta merda enoja-me.
- Não se deve irritar o homem com ciúmes e dúvidas. (Jornal das Moças,1957)
- Se desconfiar da infidelidade do marido, a esposa deve redobrar seu carinho e provas de afecto. (Revista Claudia, 1962)
- A desarrumação numa casa-de-banho desperta no marido a vontade de ir tomar banho fora de casa. (Jornal das Moças, 1965)
- A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos. (Jornal das Moças, 1959)
- Se o seu marido fuma, não arranje zanga pelo simples facto de cair cinzas nos tapetes. Tenha cinzeiros espalhados por toda casa. (Jornal das Moças, 1957)
- A mulher deve estar ciente que dificilmente um homem pode perdoar a uma mulher que não tenha resistido a experiências pré-núpciais, mostrando que era perfeita e única, exactamente como ele a idealizara. (Revista Claudia, 1962)
- O noivado longo é um perigo, mas nunca sugira o matrimónio. ELE é quem decide - sempre. (Revista Querida, 1953)
- É fundamental manter sempre a aparência impecável diante do marido. (Jornal das Moças, 1957)
- Sempre que o marido sair com os amigos e chegar a altas horas da noite, espere-o linda, perfumada e dócil. (Jornal das Moças, 1958)
- O lugar da mulher é no lar. O trabalho fora de casa masculiniza.
(Revista Querida, 1955)
- A esposa deve vestir-se depois de casada, com a mesma elegância de solteira, pois é preciso lembrar-se de que a caça já foi feita, mas é preciso mantê-la bem presa. (Jornal das Moças, 1955)
Os trabalhadores portugueses acham que não são bem pagos e sentem-se mesmo injustiçados com o nível de remuneração que auferem face aos colegas de emprego, uma insatisfação que se estende ainda à pouca possibilidade que lhes é dada de participar na tomada de decisões da empresa.Como é óbvio, isso depende muito da amostra da sondagem. Se tivessem questionado, entre outros, trabalhadores como Armando Vara, Jorge Coelho e Fernando Gomes provavelmente os resultados seriam ligeiramente diferentes.
Jornal de Negócios 20090401